Abaixo segue o link para o vídeo:
O filme de ficção que outrora foi sonhado, ficou para uma próxima oportunidade. Anuncio aqui a finalização do documentário que teve a contribuição de amigos da cidade de Areia Branca. O nome do filme está na imagem acima. É um projeto pequeno e humilde, mas feito de coração. Em breve colocaremos aqui o link do documentário que poderá ser visto na plataforma do Youtube. Aguardem!!!
Angelo Vale
A produtora ainda de nome fictício "Salt Free produções", mantem um projeto de um filme que fala sobre o extinto edifício que funcionava o Cine Miramar. O filme que é um curta, deve ter uma duração entre 15 a 20 minutos e foi inspirado no desejo, na nostalgia e no sonho das pessoas que viveram a época de ouro do cinema de rua. A produção está à espera de obter recursos para colocar em prática a ideia. Será algo exclusivo e nunca realizado na cidade.
Angelo Vale
Hoje, dia 30 de Dezembro, numa tarde quente e ensolarada, como de costume ocorreu o tradicional cortejo a Iemanjá no cais de Areia Branca. Devotos cantaram, dançaram e saíram em balsas para entregar oferendas nas proximidades do pontal da Praia do Meio. Este ano teve um número maior de participantes e sempre é marcado por muita fé, alegria e entusiasmo. As imagens abaixo falarão por si.
A definição do dia 25 de dezembro como data oficial da celebração do Natal resulta de um processo histórico complexo, que envolve interações entre tradições cristãs e práticas culturais do mundo antigo. A Bíblia não fornece informações precisas sobre o dia do nascimento de Jesus Cristo, e os primeiros cristãos não demonstravam grande interesse em determinar essa data, concentrando-se sobretudo na celebração da Páscoa, considerada o ponto central da fé cristã.
A partir do século IV, com a consolidação do cristianismo como religião permitida e posteriormente oficial do Império Romano, surgiu a necessidade de estabelecer um calendário litúrgico mais estruturado. Nesse contexto, a Igreja escolheu o dia 25 de dezembro para simbolizar o nascimento de Cristo. Essa escolha não foi arbitrária: ela dialogava com festividades pagãs já enraizadas na sociedade romana, especialmente a celebração do Sol Invictus, realizada durante o solstício de inverno no hemisfério norte. Tal festa marcava o “renascimento” do sol após o período de menor luminosidade do ano, o que oferecia um forte simbolismo para os cristãos, que identificavam Cristo como a “Luz do Mundo”.
Outro elemento cultural que influenciou a formação da data natalina foi a Saturnália, festividade dedicada ao deus Saturno, caracterizada por banquetes, troca de presentes e suspensão temporária das hierarquias sociais. Com o passar do tempo, alguns desses costumes foram reinterpretados e integrados às comemorações cristãs, contribuindo para a construção de uma identidade festiva para o Natal.
Assim, o estabelecimento do dia 25 de dezembro ilustra um processo de ressignificação cultural, no qual práticas anteriores foram adaptadas a novos sentidos religiosos. O Natal, tal como celebrado atualmente, é resultado dessa fusão entre tradições cristãs e influências pagãs, que ao longo dos séculos contribuíram para transformar a data em um dos eventos mais relevantes e universalmente reconhecidos do calendário ocidental.
Apesar de ser uma data criada em tradições e raízes católicas, várias vertentes do cristianismo mantém a data oficial e comemorativa em vários países do mundo.
Essa postagem está focada no acervo arquitetônico histórico da cidade e da importância da preservação dos mesmos. Tais edificações acabam contando a historia e a vida de pessoas de uma determinada época, e dessa forma preservando a identidade de um povo e de uma cultura. Infelizmente Areia Branca não é um bom exemplo. Dos prédios publicos, o único com aspecto original é o mercado público antigo e mesmo assim, prefiro não acreditar que o mesmo esteja fadado a ruinas no chão. Sem esquecer que o único museu da cidade é de propriedade particular e a biblioteca pública desde sua origem nunca teve seu prédio próprio, sempre situado ao longo do anos em locais alugados.
Abaixo vou listar alguns prédios e sua atual situação:
Abaixo, algumas imagens dos prédios:
Um povo sem memória é um povo sem identidade.”
Texto: Angelo Vale
Fotos: Angelo Vale (exceto a última).